Entenda o procedimento
O que é a habilitação institucional de fundações de apoio
A Advocacia-Geral da União, na condição de Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT-AGU), promove um chamamento público permanente para habilitação institucional de fundações de apoio aptas a apoiar seus projetos — procedimento popularmente também chamado de "credenciamento".
Habilitação institucional ≠ credenciamento ministerial
Áreas de apoio
As fundações habilitadas poderão apoiar projetos nas seguintes áreas, conforme definido no edital:
- Ensino
- Pesquisa
- Extensão
- Desenvolvimento institucional
- Desenvolvimento científico e tecnológico
- Estímulo à inovação
O que a habilitação NÃO significa
Conforme a Seção 4 do edital, a habilitação:
- Não se confunde com o registro e o credenciamento concedidos pelo MEC e pelo MCTI.
- Não substitui a autorização ministerial necessária para que fundação vinculada a outra ICT preste apoio à ICT-AGU.
- Não gera direito subjetivo à contratação, à celebração de convênio, parceria ou outro instrumento jurídico, nem sua prorrogação.
- Não assegura exclusividade nem garante volume mínimo de projetos, atividades, receitas ou recursos.
- Não implica preferência automática em seleções futuras nem vincula a AGU à utilização dos serviços da entidade.
- Não impede a habilitação de outras fundações.
- Não dispensa a análise jurídica, técnica, orçamentária, financeira e de governança exigida para cada instrumento.
- Não autoriza o início de atividades antes da celebração do instrumento jurídico correspondente.
Base legal
- Lei Complementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993
- Lei nº 8.958, de 20 de dezembro de 1994
- Lei nº 10.973, de 2 de dezembro de 2004
- Decreto nº 7.423, de 31 de dezembro de 2010
- Decreto nº 8.241, de 21 de maio de 2014
- Decreto nº 9.283, de 7 de fevereiro de 2018
- Portaria Normativa AGU nº 209, de 3 de março de 2026
- Portaria Normativa AGU nº 221, de 18 de maio de 2026
Para quem é este portal
Este portal destina-se a dirigentes e representantes legais de fundações de apoio, equipes jurídicas e administrativas, gestores de projetos, ICTs e instituições apoiadas, servidores da AGU envolvidos no procedimento, e cidadãos interessados na transparência do processo.